Skip to Content

O DRM está pronto para ser o sistema de Rádio Digital Brasileiro

Gostaríamos de esclarecer alguns pontos que são ditos na mídia a respeito de não haver um sistema de Rádio Digital pronto para a realidade brasileira, afirmação no mínimo equivocada.

O ponto mais importante, o fato de que o padrão DRM realmente funciona e tem uma performance boa já ficou claro com os testes realizados com o DRM no Brasil nas faixas de OM, OC e FM.

Outro ponto que sempre vem a tona é a possibilidade de o Brasil criar novos serviços e utilizações usando o Rádio Digital. O DRM é o único padrão que possibilita essas criações e novos desenvolvimentos, visto que o padrão é aberto, sendo que os membros do Consórcio DRM estão sempre incorporando novos serviços, como o recente desenvolvimento do Diveemo (transmissão de TV pelo Rádio).

Mais ainda, os novos serviços podem ser introduzidos mesmo após o início oficial das transmissões de Rádio Digital DRM, visto que basta uma simples atualização do firmware dos receptores para os mesmos passarem a suportar um novo serviço criado por pesquisadores brasileiros. Por exemplo, o Ginga NCL, da TV Digital, poderia ser facilmente adaptado para ser o sistema de interatividade do Rádio Digital, caso o sistema DRM seja o escolhido. Essa posição obtive diretamente de uma conversa com Ruxandra Obreja, Chairman do Consórcio DRM.

A produção em massa dos receptores já está "engatilhada" pelos fabricantes de receptores de rádio, somente esperando a decisão do governo.

Sendo assim, o DRM portanto atende a todas as normativas que estabeleu o SBRD.

O que mais precisa ser dito para se comprovar que o DRM está pronto para ser o padrão técnico para o SBRD?



X